segunda-feira, 25 de abril de 2016

efêmero

há muito da minha morte ao sentir saudades de alguém que já se foi. pois o tempo é a chama que consome o ar e exige o efêmero de todos nós. um adeus ao ontem de sempre que é sempre morte. a minha ressurreição se dá em abraços absurdamente sinceros, sempre raros. a minha única possibilidade do eterno é o silêncio que faço pra ouvir o coração de quem tenho em meus braços.

marcelozorzeto

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