as dores postas da fartura
atira a gosto o menino doente (escola)
tira gosto doentio e covarde
tiro
Agosto
entes em alarde
amigos tão verdadeiros quanto deus
lágrimas que flutuam no tempo
sem tempo pra cair no espaço
sem espaço para molhar os olhos
que agora fechados não dizem mais
nem menos
terra
sal
e cinzas
cabelo e osso
calabouço final
cala-se a boca afinal
marcelozorzeto
2 comentários:
Calabouços internos, lágrimas, amigos, deus, doentio, cinzas, final... e as palavras brincam como se limite fosse algo completamente irrelevante.
Admiração em tempo integral.
Bjos poeta.
Bjo Inspiração!
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