tem sempre um rio de leito largo ou estreito
para repousar as águas do meu tão emaranhado-peito
nos ventos secos, as folhas mortas... e o meu corpo repousa em teu leito
navego-me, deleito-me, descanso-me...
para que as minhas dores de pássaro-torto
quem sabe, se suavizem no teu pleno amor liquefeito.
marcelozorzeto
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