o olhar distante da senhora, sentada naquela praça, ao meio dia e quanto, disse tanto com o nada. casas, prédios e fábricas por dentro da madrugada passada em seus olhos cansados e distantes num voltar pra casa, ali mesmo, mas sem os aplausos. traga o cigarro, solta sua nuvem e repousa agora a voz que ilumina qualquer escuridão num canto qualquer que ela conhece de cor. a melodia entoada, é certeira, é sua própria morada.
marcelozorzeto
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