São Paulo, a cidade que sepulta seus rios
todos vivos, todos mortos
rios de asfalto quente nas várzeas-avenidas
pó, fuligem e escuridão das águas nas marginais
margeia o progresso a ganância na regressa cidade
a metrópole que se atira do alto de um arranha-céu sem fim.
marcelozorzeto
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