escrevo os meus poemas no intervalo entre sonhos
sigo a minha vida num devaneio sem exigir mais compreensão
vivo as minhas preces feitas de poréns que vão muito além de mim
sinto fome e sede do pão e do vinho, da santa mesa posta
e dos milagres que me redimiam os pecados da carne
nesse altar de almas e memórias infinitas
aguardo a exato momento para repartir a vida, o corpo e o sangue em comunhão
é certo que espantarei os seres mais incautos.
marcelozorzeto
Nenhum comentário:
Postar um comentário